Ao acreditar que matéria é material, você passa a acreditar que você também é material — ou seja, corpo.
O raciocínio é este: realidade é material, eu sou material também. A realidade contém toda matéria e me contém também. Eu sou um corpo material contido na realidade, interagindo com outros corpos materiais contidos na realidade.
Isso é um equívoco.
Realidade não lhe contém — você é que contém sua realidade.
Quando você entende que matéria é experiência de fisicalidade, o fluxo da criação vira do avesso: matéria é experiência de fisicalidade, eu sou criador da minha experiência de fisicalidade, fisicalidade é um aspecto da realidade que experimento.
Eu não sou matéria. Não estou contido na realidade.
É a realidade que está contida em mim.