A questão do arbítrio foi uma das primeiras questões que investiguei quando comecei a praticar autociência. Eu precisava descobrir se existia destino ou não. Se existia destino, não existia arbítrio, então, eu viveria exatamente como estava destinado a viver, com ou sem autoconhecimento. Pratiquei autociência e ficou óbvio que sim, eu tinha arbítrio. Mas se eu tinha arbítrio, então, não existia destino. Mas se não existia destino, então, porque eu experimentava sofrimento?
Duas perguntas explodiram dentro de mim:
— Se não existe destino, por que existe sofrimento?
— Se existe destino, então estou destinado ao sofrimento?
Continuei praticando autociência em busca do entendimento da razão de ser do sofrimento e ficou óbvio tudo que explico nesse livro e em outros livros da 1ficina. Devido à mentalidade materialista, entendia destino e arbítrio de uma forma equivocada. Espero que a leitura desse livro lhe esclareça sobre seu destino e como realizá-lo.