Quando falo para você se colocar na posição de aluno, não é apenas aluno da 1ficina, é aluno da vida. Mas também não é aluno da vida — é aluno da sua vida.
Sua vida é sua escola particular de autoconhecimento.
Tudo que você é e vivencia tem sempre o mesmo propósito: servir de objeto de estudo para produção de autoconhecimento.
Tudo do verbo tudo mesmo.
Tudo do verbo sem exceção.
Em momento algum da sua vida você esteve, estava ou estará vivendo uma vida. Você está ininterruptamente tendo aulas sobre o que é ser humano fulano.
Só isso. Nada além disso.
Por isso, quando você vive sua vida acreditando que está apenas vivendo uma vida, você está matando aula. E quando você mata aula, você é um aluno morto.
Por isso as experiências se repetem.
Você mata a primeira aula, vem a segunda, a terceira, a milésima — quantas forem necessárias para que você produza autoconhecimento.
O melhor é ser um aluno vivo.
Você vive a vida igual um aluno morto, mas em auto-observação, aproveitando cada experiência com seu verdadeiro propósito: objeto de estudo para produção de autoconhecimento.