Interlocutor: A manifestação do outro me afeta. O que eu faço?
Você tem livre arbítrio, você pode fazer o que bem entender. Você pode chorar. Você pode entrar na internet e mandar mensagem para o "reclame aqui". Você pode fazer faculdade de direito, se tornar juiz e mudar a legislação nacional. Você pode entrar em depressão. Enfim, você pode fazer o que bem entender.
Agora, se sua pergunta for "O que posso fazer para conviver bem com a manifestação do outro?".
Você pode e deve abandonar o jogo do controle.
Interlocutor: O outro está infeliz e eu estou feliz. O que eu faço?
Você tem livre arbítrio, você pode fazer o que bem entender.
Você pode comer paçoca com feijão. Você pode fazer pipoca com sorvete. Você pode pedir demissão do seu emprego atual e arranjar um emprego de encanador. Enfim, você pode fazer o que bem entender.
Agora, se sua pergunta for "O que posso fazer para conviver bem com a infelicidade do outro?".
Você pode e deve abandonar o jogo do controle.
Interlocutor: O outro me rejeita. Não quero ficar sozinho. O que faço?
Você pode fazer o que bem entender.
Você pode comprar um time de futebol de botão e passar o resto da vida jogando botão. Você pode prestar vestibular para biologia, se formar e fazer tese de mestrado no Alasca. Enfim, você pode fazer o que bem entender.
Agora, se sua pergunta for "O que posso fazer para conviver bem com a rejeição do outro?".
Você pode e deve abandonar o jogo do controle.
Interlocutor: O outro se comunica com agressividade. O que faço?
Você tem livre arbítrio, você pode fazer o que bem entender.
Você pode ligar para a polícia e mandar prender o outro. Você pode jogar ovo podre no outro. Você pode jogar tomate no outro. Enfim, você pode fazer o que bem entender.
Agora, se sua pergunta for "O que posso fazer para conviver bem com a agressividade outro?".
Você pode e deve abandonar o jogo do controle.
Interlocutor: Quando o outro está mentindo. O que faço?
Você tem livre arbítrio, você pode fazer o que bem entender.
Você pode cortar as unhas dos pés com um abridor de latas. Você pode construir um abrigo anti atômico usando uma colher. Você pode se candidatar a presidente do vasco. Enfim, você pode fazer o que bem entender.
Agora, se sua pergunta for "O que posso fazer para conviver bem com o outro?".
Você pode e deve abandonar o jogo do controle.
Interlocutor: Quando o outro não quer conversa. O que faço?
Você tem livre arbítrio, você pode fazer o que bem entender.
Você pode fazer pipoca com k-suco. Você pode viajar a pé até o Afeganistão. Você pode tentar enxugar gelo. Você pode aprender a tocar violão, piano, flauta doce, etc. Enfim você pode fazer o que bem entender.
Agora, se sua pergunta for "O que posso fazer para conviver bem com o outro?".
Você pode e deve abandonar o jogo do controle.