INVENÇÃO DA EGOFONIA

Eu tive várias experiências que me levaram a invenção da egofonia, uma dela foi um jogo chamado RPG (Roll Playing Game). Quando conheci o RPG, não vi um jogo, vi uma sessão de terapia acontecendo de forma lúdica através de um jogo. Kabum! Minha cabeça explodiu. Entendi que o RPG era o futuro da terapia. E também da aprendizagem, pois essa primeira experiência com RPG foi usando RPG para ensino de um segundo idioma (inglês). A egofonia é um RPG desenvolvido para descoberta do outroísmo subconsciente. O truque da egofonia para isso é o passo 07, onde acontece a inversão dos personagens. A eureka da inversão dos personagens aconteceu antes do RPG. Certa vez, um amigo e diretor da escola onde trabalhava, estava me dando uma bronca. Do ponto de vista dele, eu havia feito uma coisa errada. Só que ele desconhecia meu ponto de vista, minha motivação e outras questões que me levaram a fazer o que fiz. Se ele pudesse pensar com minha cabeça e sentir com meu sentimento, ele não só entenderia que fiz certo, como teria feito o mesmo que eu. Enquanto meu amigo estava me dando essa bronca, fiquei calado ouvindo os argumentos dele, mas pensando nisso. Quando ele terminou, pedi que se levantasse e trocasse de lugar comigo. Ele não entendeu nada, mas fez isso. Meu amigo saiu detrás da mesa de diretor da escola e se sentou no meu lugar de funcionário. Eu sentei na cadeira de diretor da escola.

Ele olhou para mim.
Eu olhei para ele.
Ele era outro eu.
Eu era outro ele.
Ele sorriu para mim.
Eu sorri para ele.
Ele me entendeu.
Eu entendi ele.
Nós nos entendemos.

Nasceu a egofonia.


DIAGNÓSTICO IRREFUTÁVEL

Egofonia é a solução que encontrei para resolver um recorrente problema que enfrentava com as pessoas que vinham conversar comigo sobre seus sofrimentos. Esse problema era a resistência ao diagnóstico. As pessoas vinham conversar comigo porque não conseguiam diagnosticar por si mesmas a causa dos seus sofrimentos. Eu conversava com elas, fazia perguntas e ouvia atentamente as respostas. Na sequência, dava o diagnóstico da causa. E, para o meu espanto, todas rejeitavam o diagnóstico.

Entendi que para vencer a resistência ao diagnóstico precisava inventar um jeito de fazer com que o diagnóstico fosse irrefutável. Mas como? Por mais argumentos que usava, as pessoas sempre refutavam o diagnóstico dizendo: “Essa é sua opinião, não é a minha”. Foi então que me vi saindo da função de terapeuta e colocando o próprio paciente na função de terapeuta. Eureka! A solução para o diagnóstico irrefutável era fazer o diagnóstico sair da boca e da consciência do próprio paciente.

Eis a egofonia, um tutorial de 10 passos que qualquer um pode aplicar por si mesmo, em si mesmo e produzir por si mesmo o diagnóstico da causa do seu sofrimento. Claro que a qualidade desse auto diagnóstico depende do nível de autoconhecimento do praticante. Se o nível de autoconhecimento do praticante é baixo, todos os 10 passos são de baixa qualidade e o diagnóstico também é de baixa qualidade.

Mas a prática faz a prática.


EGO + TELEFONIA

Comecei a desenvolver a egofonia quando fui convidado a coordenar os grupos em um trabalho espiritualista. As pessoas vinham conversar comigo, falar do sofrimento deles, e meu trabalho era ajudar. Eu comecei a fazer muitos experimentos com as pessoas que vinham conversar comigo. Eu não contava para eles que estava fazendo experimentos, mas estava. Eu testava uma coisa, testava outra. O que não funcionava eu descartava, o que funciona eu mantinha. Até hoje faço isso. Mas enfim, foi fazendo experimentos que foi nascendo a egofonia. Chegou um momento que os 10 passos já estavam bem definidos. Comecei a aplica-los repetidamente, sempre com êxito. Só que os 10 passos eram empíricos. Era um caminho que só eu sabia percorrer e ninguém mais. Quando sai do grupo espiritualista e montei a 1ficina, entendi que precisa escrever um manual de aplicação da egofonia e treinar outras pessoas para aplicar ou essa metodologia iria morrer comigo. Foi então que comecei a escrever um passo a passo da metodologia que havia criado. Na primeira vez que escrevi os 10 passos, não se chama egofonia, se chamava “solucionática”. Tempos depois eu tive umas eurekas sobre a característica decodificadora do E.G.O e junto veio essa ideia de chamar a solucionática de egofonia, que é a junção de ego + telefonia.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

Não se transforma, produz a mágoa. A raiva vem para você ficar consciente que sua unicidade está sendo violada pelo outro. A raiva vem para lhe aconselhar: “Fala pro outro que ele está violando sua unicidade, porque o outro não lê pensamento e se vc não explicar para ele com power point o resultado do comportamento dele em você ele vai continuar te violentando”. Quando você abafa a raiva, finge que está tudo bem, a raiva continua ali dando o recado dela, e quando o outro te violenta de novo, soma a raiva com a memória da raiva, sendo esse outro uma pessoa do seu afeto, a raiva acumulada vai produzindo mágoa, vai maculando seu afeto.

Tanto a competência racional como a competência afetivo se desenvolve pensando. São dois jeitos de pensar diferentes. Racional é o que define. Então, você desenvolve o racional pensando O QUE. O que é isso? Como isso funciona? Afetivo é valor. Então, você desenvolve o afetivo pensando PRA QUE. Qual a importância disso? Para que me serve isso? O que eu faço com isso?

Falta de autoconfiança é falta de Pai, falta de competência racional. Falta de autoestima é falta de Mãe, falta de competência afetiva.

Porque sofrimento é desejo insatisfeito. Desejo satisfeito é felicidade

Memória é igual comida. Comida tem nutrientes. Você precisa digerir a comida para absorver os nutrientes. Quando você não digere a comida, você fica ruminando o que comeu. Memória é experiência que você experimentou (comeu). Quando você não digere a experiência, você fica ruminando até digerir. A comida volta na boca da vaca para ela ruminar e digerir a comida. A memória volta ao seu consciente pelo mesmo motivo. Quanto mais rápido você digerir a memória, melhor, você absorve os nutrientes (sabedoria) e segue. Negar a memória não digerida só serve para adiar esse processo de digestão consciencial, que vai ter que acontecer em algum momento. Quando você adia demais a digestão, dá congestão. Que é o que você está chamando de “as memórias dominando”.

A memória faz brotar uma emoção. Faça essa experiência, vai lembrando das coisas e perceba que as lembranças vão fazendo brotar emoções. A emoção brota de acordo com o significado da memória. Lembra que estudamos no livro REALIDADE MULTIMÍDIA: Crença é um conjunto de duas memórias: significante + significado. Quando você lembra, não vem só significante, vem significado junto. O significado é a carga emocional associada ao significante. Por isso o povo de psicologia fala tanto em resinificação. Tem que saber usar a memória. Você é o usuário da memória. Quando você ignora isso, quando ignora que é o usuário, ao invés de você usar a memória, é a memória que usa você Não tem como você deletar a memória. Embora muita gente tente fazer isso usando remédio, tomando pinga, etc. Até eletrochoque é uma pratica psiquiátrica para enfraquecer a memória e assim inibir a resposta emocional. Mas ainda assim não funciona. De que adianta você virar um zumbi para viver bem? Zumbi sequer vive, como vai viver bem? Por isso, para viver bem, só com lucidez e maestria. Lidar bem com a memória, saber usar a memória, faz parte dessa mestria necessária para viver bem.

A 1ficina NÃO FAZ TERAPIA. A 1ficina explica o que é ser humano existencialmente e psicologicamente. Mas tem um terceiro aspecto do ser humano que é o fulano, o aspecto pessoal. Esse terceiro aspecto, só você pode investigar e descobrir. Para que você possa produzir autoconhecimento pessoal, você deve praticar autoobservação pessoal. Para ajudar você a praticar autoobservação pessoal, a 1ficina produziu uma metodologia de estudo, um passo a passo, chamado Egofonia. A prática da Egofonia produz autoconhecimento pessoal.

O EFEITO COLATERAL da produção de autoconhecimento pessoal é cura psicológica. Mas isso precisa ficar claro! A egofonia não é uma terapêutica. A egofonia é uma forma de facilitar a prática da autoobservação pessoal e produção de autoconhecimento pessoal.

A pior análise é aquela que você nunca começa.

Terapia é executar um processo psicológico para realizar a cura de uma doença psicológica. O que leva a duas perguntas que nenhuma escola terapêutica responde:

1) O que é doença psicológica?
2) Quais são as doenças psicológicas?

Entende? O problema das terapias é que elas não sabem qual é a doença humana. Como podem ter eficiência na realização da cura de uma doença que ignoram? Simples: não podem.

A principal doença psicológica do ser humano, não é psicológica, é existencial. Esse é o problema. A principal doença do ser humano se chama: ignorância. Mas ignorância do que? IGNOR NCIA SOBRE O QUE É SER HUMANO. O ser humano ignora a si mesmo. Viver outroísta é apenas efeito colateral da ignorância sobre o que é ser humano. Nenhum ser humano lúcido vive outroísta porque é óbvio que é a maior roubada. Ignorância é uma questão existencial. O doente é o ser. A doença do ser é dormir (estado de ignorância). O humano não tem nada a ver com isso. O humano é só um programa rodando dentro do ser. O humano é como um carro. O ser é o motorista. O motorista dorme no volante e o carro cai no abismo. Que culpa tem o carro? Nenhuma!

Quando você vai fazer egofonia, você é o SUJEITO (EU) e o que está fazendo você sofrer é o OBJETO do seu sofrimento (OUTRO). Sempre tem que ter EU e o OUTRO. Pode acontecer o que o objeto do seu sofrimento é você mesmo. Ai sim, você se divide em dois eus:

1) EU-reclamador
2) EU-objeto da reclamação

Quando o objeto do seu sofrimento é você mesmo, quando sua reclamação é de si mesmo, na maioria das vezes, é por causa de conflito na CASA DA RAZÃO HUMANO. Alguma unicidade está “burning down the house” (detonando a casa), causando desarmonia na casa. A egofonia deixa evidente quais são os moradores envolvidos no atrito e qual é a desarmonia.

Sim, exatamente. Funciona assim:

Do passo 1-4 você cria dois personagens para possibilitar o diálogo entre o sujeito que está sofrendo (eu) e o objeto do seu sofrimento (outro). Do passo 5-7 você (sujeito) conversa com o outro (objeto do seu sofrimento) para trazer ao consciente o máximo possível de conteúdo psicológico subconsciente. Então, nos passo 5, 6 e 7, enquanto você está executando a autoobservação (observação do seu subconsciente) você também está executando a autoanalise (entendimento do seu outroísmo subconsciente). No passo 08, uma vez que você já executou a autoobservação e autoanalise daquele ponto iniciado no passo 01, você deve se explicar seu outroísmo para si mesmo. Se você não consegue fazer isso, tem dois motivos: 1) Você não falou realmente o que pensa e sente sobre o que está investigando, você enfeitou o pavão, dissimulou ou algo assim. 2) Sua competência na análise do outroísmo ainda é pouca, então, mesmo olhando para o seu outroísmo, você ainda não consegue identificar seu outroísmo como outroísmo.

Sua natureza humana é um programa consciencial similar ao sistema operacional de um computador. Autoobservação psicológica é você observando o funcionamento do seu sistema operacional humano. Só que, conforme você vai vivendo, você vai customizando seu sistema operacional humano, igual você faz com seu computador. Todo computador vem com o windows igual, mas cada usuário vai customizando seu windows para sua necessidade. A customização do seu sistema operacional humano é sua personalidade. Autoobservação pessoal é você observando o funcionamento da sua personalidade. Claro que ambos, psicológico e pessoal, estão juntos e misturados. Por isso a dificuldade em discernir um do outro.

Autoanálise acontece junto com a autoobservação, mas não é a mesma coisa. Autoobservação é ver o pensamento. Autoanalise é pensar o pensamento que você está vendo. Se você não estiver vendo o pensamento, não tem como você pensar o que não está vendo, por isso ambas acontecem simultaneamente, mas não são a mesma coisa.

Autoconhecimento existencial, psicológico e pessoal. Senão você se perde no outro. Ao invés de você ajudar o outro você prejudica e fica preso dentro do outro.

Não. Sei que com o desenrolar dos 10 passos as eurekas acontecem inevitavelmente. Não tem como não acontecer. Fritei todos os meus neurônios para chegar numa metodologia infalível de descoberta do outroísmo subconsciente. E consegui. A egofonia é infalível. Então, o que tinha que ser preparado, já foi preparado quando fritei meus neurônios formatando os 10 passos, agora só aproveito a viagem. Como expliquei outro dia, a egofonia é um jogo de RPG. Eu vou pra egofonia como quem vai para um momento prazeroso, de diversão, de enfrentar o desafio de um jogo. Durante uma egofonia, eu jogo contra a ignorância e o outroísmo do egofonado, e a favor do egofonado. É um desafio prazeroso. Tem egofonado que o jogo é mais difícil, mais desafiador, e outros que é mais fácil. É bom dos dois jeitos. O jogo é sempre o mesmo. Então, é igual resolver equação de matemática, não importa quão complexa é a equação, tudo se resume a quatro operações: somar, subtrais, multiplicar e dividir. No caso das equações do outroísmo, mesma coisa, tudo se resume ao funcionamento do Quatrix. O que muda é o cenário. Um egofonado joga na modalidade mãe, outro na modalidade esposa, outro na modalidade adolescente, etc. E isso é uma das coisa mais legais de aplicar uma egofonia. Você tem a oportunidade de entrar no jogo mental do outro. Adoro! A viagem mais loca que conheço é essa, entrar no jogo mental do outro.

Sim. Quando o egofonado ainda não sabe disso, quando é a primeira vez, ele solta os cachorros no passo 05, cheio de razão, e depois, quando chega no passo 06, ele pensa “Me entreguei de bandeja para o inimigo (terapeuta)”. Quando o egofonado já sabe disso, para defender o outroísmo, ele tenta controlar a egofonia e o terapeuta. É um desperdício. O terapeuta não é inimigo, não está usando o passo 05 contra o egofonado, está usando contra a ignorância do egofonado. Mas se o egofonado não entende isso, lutará com unhas e dentes para não fazer direito o passo 05, que resultará na ineficácia de todos os outros. Se o egofonado já sabe do que se trata o passo 05, mas também já sabe do benefício de “entregar o ouro”, daí se entrega como se fosse a primeira vez, deixa todo o outroísmo vir a tona, pois sabe que só assim poderá se curar dele.

Sim. A egofonia é um jogo que o egofonado entra destinado a perder e sempre perde. A egofonia foi desenvolvida para isso. Entrou, perdeu. E o que o egofonado perde? Perde a ignorância do seu outroísmo. A egofonia é um jogo destinado a deixar o outroísmo subconsciente explícito. O ideal seria que o próprio egofonado despertasse para isso, mas como ele não tem prática, mesmo ficando óbvio, ele não vê o óbvio, daí eu ajudo ele a ver no meu feedback, mas quem deixa o outroísmo óbvio é o próprio egofonado ao percorrer os passos 5, 6 e 7.

Se você desconfia que a pessoa está fugindo do seu outroísmo ao invés de ir de encontro, sim, procure evitar a fuga. É normal que a pessoa busque fugir do outroísmo, dissimular, etc. Você como condutor, deve perceber isso e procurar evitar. Se a pessoa insistir em fugir, não há o que você fazer, é sinal que a pessoa ainda não está preparada para admitir o outroísmo.

(1) Deixar o outroísmo explícito.
(2) Deixar a função espelho explicita.
(3) Entender a relação entre 1 e 2.

O que mais?
Mais nada.
Se não fizer isso?
Não resolve o mal viver.
Se fizer só parcialmente?
Só resolve parcialmente o mal viver.

Primeiro busco entender o outroísmo do egofonado. Depois busco ajudar o egofonado a entender o próprio outroísmo.

O propósito é tornar consciente o desejo inconsciente. O que você não quer aponta para o que você quer. No passo cinco a pessoa reclama, ou seja, fala o que não quer. Se não quer, logo, tem algo que ela quer. Daí faço essa pergunta para trazer ao consciente o desejo de forma afirmativa, uma vez que a reclamação expressa o desejo de forma negativa.

Tem um filme chamado “Um método perigoso”. Esse filme mostra Jung, bem novinho, na época que residente e começou a trabalhar em um hospício. Haviam uns pacientes nesse hospício que eram casos perdidos. Daí Jung pediu para tratar desses pacientes. Os médicos perguntaram como ele iria tratar desses pacientes se já haviam dado todo tipo de remédio e nada havia resolvido. Perguntaram o que ele tinha de novo para oferecer. Jung respondeu que iria usa um novo chamado psicanálise. Os médicos perguntam do que se trata esse novo método, como funciona. Jung responde: “Eu converso com os pacientes e eles se curam conversando comigo”. Imagina a reação dos PHDs da medicina ao ouvirem que o Jung iria curar os loucos conversando com eles. Começaram a rir muito. Entende? Se nem os médicos entendem o poder de cura da análise, menos ainda os pacientes.

Eu não inventei a autoobservação. Não tem como vender autoobservação. Autoobservação é uma capacidade inata humana tanto como raciocinar. Assim como não tem como dar ou retirar a capacidade de raciocinar, também não tem como dar ou retirar a capacidade de autoobservação de um ser humano. Por isso não há nada para ser vendido.

Mas capacidade não é sinônimo de competência. Todo ser humano tem capacidade inata de raciocinar, mas nem todo ser humano executa a capacidade inata de raciocinar com competência. O mesmo acontece com a autoobservação. Todo ser humano tem capacidade inata de autoobservação, mas nem todo ser humano executa a capacidade inata de autoobservação com competência.

É aí que entra o trabalho da 1ficina. O trabalho da 1ficina não é te dar a capacidade de autoobservação. Isso é impossível e desnecessário. O trabalho da 1ficina é lhe ajudar a se tornar competente na sua capacidade inata de autoobservação. Você tem a capacidade, mas não tem a competência. Ter capacidade sem ter a competência é quase como não ter capacidade nenhuma.

Tudo que a 1ficina faz é para lhe ajudar a adquirir competência em autoobservação. O ciclo de estudos é para lhe ajudar a adquirir competência em autoobservação. As conversas são para lhe ajudar a adquirir competência em autoobservação. O ciclo de egofonias é para lhe ajudar a adquirir competência em autoobservação. Tudo, tudo, tudo, tem apenas esse propósito.

E você não precisa da ajuda da 1ficina para se tornar competente em autoobservação. Você pode fazer isso sozinho. Assim como você não precisa de personal trainner para desenvolver seus músculos, você pode fazer isso sozinho, você também não precisa de ninguém para praticar autoobservação, você também pode fazer isso sozinho. Basta se comprometer em praticar e se desenvolver.

O problema é que você não faz isso. Ninguém faz. Você não tem ânimo nem de ir ao cinema sozinho, quanto mais praticar autoobservação e desenvolver sua competência. Então, é por isso que você vem aqui na 1ficina. Para praticar em grupo e ter um chato que nem eu te enchendo o saco para olhar aqui e ali e ficar consciente disso e daquilo outro.

ESTUDOS DE CASOS

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